LAVANDERIA INDUSTRIAL – TERCEIRIZAR OU INTERNALIZAR?

 

Alguém diria “NÃO É MEU CORE BUSSINES” e outro afirmaria “ROUPA SUJA SE LAVA EM CASA”, ou vice e versa.

E ai vai a primeira pergunta: Cabe no seu custo o ganho do terceirizado? 

Planejar é preciso!

  • Em qualquer situação a implantação de uma Lavanderia Industrial se faz necessário e imprescindível, avaliar vantagens e as desvantagens, certificar-se que ao longo do tempo a tomada de decisão tenha sido a correta. Lavanderia “Industrial” não é simplesmente lavar roupa em quantidade, é sim o estabelecimento de infraestrutura e procedimentos operacionais que possam fazer garantir a longevidade e o resultado desejado. É poder realizar a operação com o melhor resultado, o menor custo de processo e a maior longevidade do enxoval. Melhor RENTABILIDADE, MENOR CUSTO.
  • Como qualquer outra atividade a etapa de planejamento é importantíssima, aplique o tempo necessário para definir todos os pontos do seu negócio. Pesquise, consulte, troque opiniões. Não se perca por opiniões irrelevantes.
  • Planejar é trazer às claras todas as necessidades, todas as dificuldades, todas as informações que possam contribuir na consecução do estudo. Lembrou-se de anotar para a longevidade do seu estudo? Para quanto tempo de operação está planejando? Seu negócio perdurará a este tempo? Enfim anote tudo!
  • Busque apoio com profissionais para assessoria séria, responsável e capaz. Isso fará a diferença. Assessoria não só de pessoas ligadas ao setor, também de pessoas que não estão ligadas diretamente ao tema de lavar roupa industrialmente. Pessoas com conhecimento e expertises para avaliar o mercado, avaliar seus clientes, avaliar seus fornecedores, o comportamento do mercado atual e as previsões futuras. Que possam contribuir e consolidar ao máximo com dados e informações.
  • Faça o Estudo de Viabilidade, exercite as várias possibilidades de negócio. Avalie de várias formas, veja atender a variados segmentos ou atividades, avalie os riscos, avalie de forma otimista. Consolide a visão geral do seu negócio.

Na busca das metas:

  • Que tamanho deve ter seu negócio? Hoje pequeno e deseja ou precisa crescer? Estabelecer metas custa muito pouco! Errar custa muito mais.
  • Qual deve ser seu custo e ou quanto quer ganhar com a operação? Se para internalizar e ou para oferecer serviços a terceiros, ou ainda contratar um prestador de serviços. Tudo vale para seu estudo e na busca das metas.
  • Quer que seu negócio faça a diferença? Quer ser o melhor? Obter o melhor resultado? Prospecte operações existentes, busque informações em outras regiões e até no exterior. Estabeleça sua meta de qualidade, torne-as possíveis.
  • Conscientize-se de que depois de decidido terás trabalho, muito trabalho, porém com grandes chances de sucesso. A gestão de uma operação pode ser simplesmente no controle de um prestador de serviços ou na efetiva operação da lavanderia. Acompanhar insistentemente a operação e o controle geral.
  • Veja o operacional como parte importante. Não só com máquinas e espaços físicos bem definidos acontecerá o sucesso. Pessoas e pessoas estarão envolvidas e delas dependerá a evolução saudável e de resultado. Capacite-as no foco para atendimento das metas, respeite-as profissionalmente.
  • Passo para o sucesso do seu negócio. Quantos quilos de roupa vão processar? Quais tipos? Que sujidade? Quantas horas vão operar?
    • Cada uma das perguntas acima deve ser respondida com toda segurança e consciência. Não deixe que uma informação equivocada, uma decisão insegura, possa levar ao insucesso.
    • Ao dimensionar leve em consideração a diversidade de processos, defina tanto quanto possível os módulos operacionais, o seja, o tamanho do kit a ser processado. Isso facilitará o operacional em vários aspectos: Mesmos equipamentos; total flexibilidade; modularidade de processos; padronização sequencial. Enfim deixe a exceção como exceção.
    • Processar 50 quilos, sempre será 50 quilos. Avaliar a produtividade fica mais evidente, pois os lotes serão sempre iguais.
    • Equipamentos iguais, peças de reposição iguais, menor custo de manutenção e menores riscos de equipamentos parados.
    • Estabeleça dentro dos vários grupos de roupa a ser processado os tempos de processo para lavar, centrifugar, secar, passar, etc. Veja que a sequencia operacional seja sempre mantida. Nunca sobre ou falte roupa entre os processos. Faça com que o “kam bam” seja efetivado sempre.
Escolha do equipamento.

  • Aqui está o resultado! Tenha segurança e conhecimento profundo neste momento, veja o que cada um deles pode fazer diferença no resultado.
  • Uma simples balança no inicio da operação, que com ela os lotes a serem processados serão seguramente definidos para a sequência eficiente nos vários setores da lavanderia.
  • A lavadora/extratora (que não venha com dois equipamentos separados), ela é uma só, com as duas funções no mesmo equipamento. Veja nas informações técnicas, certifique que estas informações tenham consistência técnica, que efetivamente cumprirão com o descrito. Rotação, diâmetro do cesto, comprimento do cesto, potência dos motores, quantidade de litros, potência térmica, diâmetro dos furos do cesto, suas características, força centrifuga, reversão de rotação, frenagem, anti-vibração. E mais a forma da estrutura e o acabamento.
  • Lavar roupa é sinal de higiene. Evitar o cruzamento entre sujo e limpo é determinante. Uma lavanderia deve ser implantada com barreira. Isso evitará fisicamente o contato entre as roupas sujas e as limpas, determinará o posicionamento dos operadores. Quem trabalha no lado “sujo” não tem contato com o lado “limpo” e vice-versa.
  • A secadora segue o mesmo principio. Veja que a ventilação fará a diferença. Deixar as felpas “fofas” não é para qualquer equipamento. Rotação, tombamento, espaçamento e diâmetro dos furos, dimensão da porta, controle de temperatura (quente e fria), elementos filtrantes de fácil operação, resultam num conjunto eficiente, desde que sejam dimensionados corretamente.
  • Calandra? Pois é, este equipamento define o padrão de acabamento das roupas “planas”, como lençóis, fronhas, toalhas de mesa entre outras. A qualidade deste equipamento refletida pelo formato dos rolos, das fitas transportadoras, do modo e espaços da evaporação da umidade. Roupa plana deve sair plana e percalizada, assim se define o padrão para oferta do conforto aos usuários.
  • Acabamentos: Prensas, ferros de passar e demais componentes correspondem diretamente na oferta da qualidade das roupas processadas. Destinam-se a roupas delicadas e de alta criticidade na operação;

Projeto e implantação:

  • A elaboração de um projeto poderá fazer a grande diferença no resultado operacional da unidade de processamento de roupas (lavanderia).
  • A distância entre os vários equipamentos, a disposição deles em relação ao circuito operacional proporcionam ganhos de produtividade com a redução de movimentação de roupas e de pessoas.
  • As instalações prediais serão melhores dispostas e de custo adequado se o leiaute for elaborado com o agrupamento dos mesmos equipamentos.
  • A definição do tipo do energético de melhor custo benefício (isso pode mudar em função da região).
  • Considerando que para lavar roupa é necessário grande consumo de água, a implantação de sistemas de filtragem e de reuso faz necessário;
  • O ambiente operacional deve atender a legislação com temperatura e umidade de conforto.

Terceirizar ou Internalizar.
  • Se tua necessidade é processar roupa e obter o menor custo. Internalize e monte procedimentos de gestão eficaz;
  • Se tua necessidade é processar roupa para terceiros. Monte conjunto eficiente e processos racionalizados. Faça da gestão a diferença no seu negócio.
  • Se precisar terceirizar, faça avaliação profunda do terceirizado. Estabeleça contrato rigoroso e faça gestão e controle efetivo nos procedimentos e expedição e recepção das roupas processadas. 



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